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Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST
05 maio/26

IAT conclui neste mês a instalação de oito flutuantes no Litoral do Paraná

O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), conclui neste mês, com a entrega do equipamento na Ponta Oeste da Estação Ecológica da Ilha do Mel, em Paranaguá, a instalação de um conjunto de oito flutuantes no Litoral do Paraná. O investimento total é de R$ 8.085.975,96.

As sete estruturas já em funcionamento estão localizadas na Estação Náutica de Paranaguá, Estação Ecológica do Guaraguaçu e Parque Estadual do Palmito, todas em Paranaguá; na Estação Ecológica Rio das Pombas, em Pontal do Paraná; na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaratuba; além de duas no Parque Estadual do Boguaçu, também em Guaratuba.

Diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto explica que, além de facilitarem o  acesso de embarcações para ações de turismo, monitoramento e educação ambiental, os flutuantes trazem benefícios significativos para a gestão das Unidades de Conservação (UCs) da região.

Um dos primeiros equipamentos a ficar pronto, o flutuante do Parque do Palmito, instalado ainda no ano passado, já faz a diferença para a administração da UC, como aponta o agente de apoio do complexo ambiental, Djalma Souza Boni. “É um grande bem para o Parque Estadual do Palmito. Além de facilitar o monitoramento que fazemos via barco, que é muito importante, nos proporciona a execução de mais atividades”, conta Boni.

Paralelamente à construção dos novos flutuantes, o Governo do Estado, por meio de um contrato de locação, entregou três novos trapiches que dão acesso às comunidades de Brasília e Encantadas, na Ilha do Mel. O investimento é de R$ 5,5 milhões. Os equipamentos entraram em funcionamento durante a temporada 2025-2026 do Verão Maior Paraná, melhorando o acesso à localidade, um dos pontos turísticos mais procurados do Estado.

O IAT trabalha agora no projeto de instalação de flutuantes ao longo da APA de Guaraqueçaba. Elaborado em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a iniciativa propõe a incorporação de 21 estruturas em torno de toda a baía de Guaraqueçaba e Paranaguá.

O projeto, que ainda está em fase de validação e apresentação em consultas livres para a comunidade da região, será feito com recursos oriundos da indenização paga pela Petrobras em razão do vazamento de petróleo da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, ocorrido em julho de 2000.

Fonte: AENPR

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